Cultura docente e a escola
O texto disponibilizado para leitura e
interação relata a mudança organizacional e profissional para avaliação em meio
a cultura da docência, do ensino e da aprendizagem. As 8 lições de mudanças
descritas no artigo “CULTURA PROFISSIONAL E MUDANÇA EDUCACIONAL” geradas por insights
empíricos a partir da Teoria do caos (FULLAN, 1993) referem a concepções lineares e rupturas do contexto as
necessidades fundamentais consistentes em um pacote com partes que se
complementam. São ideias que se incorporadas ao trabalho de forma natural e
consciente ressaltam o papel da formação e atuação do professor no ambiente
educativo:
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Lição
1: Você não pode decretar o que importa
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Lição
2: Mudança é uma jornada, não um projeto
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Lição
3: Problemas são nossos amigos
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Lição
4: Visões e planos estratégicos chegarão mais tarde
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Lição
5: Individualismo e coletivismo devem ter igual poder
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Lição
6: Nem centralização nem descentralização trabalham por conta própria
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Lição
7: Conexão com um ambiente amplo é crítica para o sucesso
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Lição
8: Cada pessoa é um agente de mudança
A
formação e a atuação da docência na instituição educativa formal considera
aspectos que de imediato parecem simplistas, mas pouco são incorporados na
consciência do corpo docente para efetuar um processo de ensino e aprendizagem.
Reformulando o papel do professor, o autor relata sobre o reforço mutuo de efetivar uma
cultura docente mais ampla que vai da formação inicial a contínua o reflexo na
sua atuação. Para reatar o ser professor, três termos dimensionais são
expostos, reestruturação, reculturação e dosagem do tempo, como ações
incipientes, mas necessárias. A antiga organização sistemática e ainda atual
das escolas revela questionamentos, mas o papel do professor no ensino
aprendizagem é o auge do processo educativo. Para isso, a formação inícial e
contínuo da docência deve ser observada.
Professores inseridos em uma
determinada cultura tendem a estabelecer uma continuidade, é preciso
reestruturar para ressignificar. Assim seria possível admitir a inserção de uma
nova cultura docente e consequente uma cultura educacional refletida na aprendizagem.


Desse texto, o que mais me chama a atenção é a ideia de dosagem de tempo. Acredito que uma escola com uma prática pedagógica baseada na aprendizagem centrada no estudante, invariavelmente, deve caminhar para o fim das aulas tradicionais. O professor estará o dia todo na escola, mas irá trabalhar individualmente ou com grupos pequenos de alunos que estarão a desenvolver as soluções para os problemas propostos para o desenvolvimento das competências. Sugiro a leitura dessa notícia: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/02/17/economia/1487331225_284546.html
ResponderExcluirA reportagem com a entrevista de Francisco Mora gera novos questionamentos ao processo pedagógico e entendimento do desenvolvimento e necessidades do principal sujeito envolvido: o aluno. Como a neurociência vem de forma inquieta desvendando e provocando a educação, o ensinar e o aprender compreendem noções amplas que exige do profissional da instituição educativa conhecimento contínuo para se renovar e efetivar um melhor trabalho com os alunos.
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